segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Whitney, Meu Amor ( OPINIÃO)

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Judith McNaught


Sinopse
Órfã de mãe e criada por um pai severo e frio, a adolescente Whitney Stone choca a sociedade inglesa do começo do século XIX com seus modos, sua espontaneidade e rebeldia.
Desde menina, ela ama o belo e aristocrático Paul, perseguindo-o em todos os lugares e inventando as mais inusitadas formas de chamar-lhe a atenção.
Enviada a Paris, ela recebe um longo treinamento para transformar-se uma mulher fina, glamourosa, irresistível. Quando retorna a Londres, está mudada, mas ainda disposta a conquistar seu amor de infância.
Porém o irascível e poderoso duque Clayton Westmoreland é quem se interessa mais vivamente pela jovem mulher. E é ele quem, por meio de artimanhas maquiavélicas, consegue levá-la ao altar.
Mas Whitney recusa-se a aceitar imposições, e está disposta a fazer tudo para livrar-se do odioso casamento. A convivência, porém, traz surpresas, e dentro de pouco tempo o duque se revela muito mais charmoso e gentil do que ela desejaria admitir.

Talvez Paul não passe de uma fantasia infantil; talvez Clayton tenha bons motivos para agir  tão brutalmente; talvez o casamento não seja um erro tão grande assim…




Este é o livro mais conhecido de Judith Mcnaught. É o segundo livro da série Westmoreland e uma relíquia preciosa entre os seus fans. Quase, porque alguns não conseguiram gostar do Clayton, um duque bem-parecido com os outros: rico, arrogante e poderoso. Este Duque, acha-se o homem mais bem-parecido à face da terra – e tem razões para tal – mas, como todos os seres humanos, tem as suas fraquezas. Claro que não vou dizer quais, não é!
Este livro teve tanto sucesso na época em que foi lançado (1985) que a autora, a pedido dos leitores, escreveu UM REINO DE SONHO, o Westmoreland 1, e depois de Whitney escreveu outro dando continuidade a este. 
Adoro romances históricos - em doses repartidas -, e confesso que não foi uma boa altura para o ler. Tinha terminado um do género e a certa altura, estava com um certo enjoo. No entanto isso não tira o mérito ao livro. Caro leitor(a), devemos repartir as nossas leituras de forma a não enjoarmos do género. Como sou uma leitora de vários géneros (histórico, policial, noir, contemporâneo entre outros), tento alternar as leituras, mas, a curiosidade face a uma escritora que eu admiro, falou mais alto.
Whitney é uma jovem completamente apaixonada pelo seu vizinho Paul, e faz as maiores trifólias para chamar a sua atenção. O seu pai decide que ela deve ir morar com os tios em Paris para que possa receber uma educação adequada. Passam anos e Whitney é a grande sensação de Paris. Sua beleza, encanto e personalidade encantam todos, até mesmo o duque Westmoreland que não recebe a atenção devida ao seu título e resolve que aquela jovem deverá ser sua esposa. Para isso ele descobre que o  pai de Whitney está falido e compra a noiva. Pede sigilo, exige que ela volte para a Inglaterra, muda-se para perto da casa dela usando um nome falso a fim de conquistá-la. Só que isso não será nada fácil, ela continua apaixonada por Paul e decidida a casar com o seu amor de adolescente.
Algumas partes do livro são cómicas, como esta que transcrevo a seguir.

"— Pode ser salteador ou até pirata, mas duque? Do mesmo modo que sou rainha — replicou.
O sorriso dele desapareceu, dando lugar a uma expressão confusa.
— Posso saber por que acha tão impossível que eu seja?
Pensando no único duque que conhecera em toda sua vida, Whitney olhou-o da cabeça aos pés.
— Em primeiro lugar, se fosse duque, usaria um monóculo — argumentou.
— Como eu poderia usar um monóculo, se estou de máscara?
— Duques não usam monóculos para ver melhor, mas por pura afetação —  declarou. — É através deles que examinam as mulheres reunidas num baile. Mas essa não é a única razão pela qual o senhor não pode ser duque. Não usa bengala, não ofega, não torce a boca com descaso e, desculpe a honestidade, não me parece que sofra de gota."
Whitney e Clayton protagonizam cenas inesquecível de amor, ciúmes, desentendimentos, encontros e desencontros.
É um livro que faz suspirar, ter raiva e amar.
Relatar mais sobre o livro é contar partes que o leitor tem que descobrir ao longo da leitura, não quero estragar as várias surpresas do livro.
É um livro que ama ou odeia.
Avaliei em  5 estrelas  na GoodReads 

Caderneta de baile

Ficha técnica

ISBN: 9789892339948Edição ou reimpressão: 09-2017Editor: Edições AsaIdioma: PortuguêsDimensões: 155 x 233 x 43 mmEncadernação: Capa molePáginas: 640Tipo de Produto: LivroClassificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance



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